2. Políticas Públicas, Planos, Programas e Projectos
Projecto
:
"Um Projecto é um trabalho não repetitivo, planificado e realizado de acordo com especificações tecnicas determinadas, e com objectivos de custos, investimentos e prazos pré-fixados. Também se define um Projecto como um trabalho de volume e complexidade consideráveis que se realiza com a participação de vários departamentos de uma Empresa eventualmente com a colaboração de terceiros." (manual de projectos de Browm-Boveri, segundo Brand)
"A Project can be considered to be any series of activities and tasks that:
- Have a specific objective to be completed within certain specifications;
- Have defined start and end dates;
- Have funding limits (if aplicable)
- Consumo resources (i.e., money, people, equipment)"
(Kerzner,2)
:
" Um projecto pode ser definido como uma organização criada especificamente para o cumprimento de um objectivo e dissolva após a sua conclusão. Caracteriza-se por ser temporária, ter um início e fim bem definidos e obedecer a um plano e a um tipo específico de gestão: a gestão de projectos" (Fonte:http://www.knoow.net/cienceconempr/gestao/projecto.htm)
Nota: Dissolução ou cessação após conclusão... e depois?
"Ideia, desejo, intenção de fazer (algo); descrição escrita e detalhada de um empreendimento a ser realizado, plano; esboço provisório de um texto;" (Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa) - andreiafigueiredo Apr 21, 2010
Plano
:
"Written account of intended future course of action (scheme) aimed at achieving specific goal(s) or objective(s) within a specific timeframe. It explains in detail what needs to be done, when, how, and by whom, and often includes best case, expected case, and worst case scenarios. See also planning." (Fonte:http://www.businessdictionary.com/definition/plan.html)
Nota:"often includes
best case,
expected case,
and worst case scenarios"
"Conjunto de medidas, de ordem política, social, económica, que visam determinado objectivo; maneira de estruturar uma obra, dando-lhe determinada disposição; nível de existência de conhecimento, de desenvolvimento;" (Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
:
"Lista escrita em que se enumeram (e as vezes se comentam) as partes que vão figurar num espectáculo, concerto, cerimónia;discriminação dos tópicos sobre os quais versam essas disciplinas" (Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
Documentos que expressam a forma como os objectivos irão ser atingidos.
Tipos de Planos:
Há vários tipos de planos. Há planos que são guias de orientação permanente por períodos mais ou menos longos. São as políticas, os procedimentos e os regulamentos.
Políticos--- são planos que se traduzem em guia pré-estabelecidos para orientar os gestores
na tomada de decisões. Podem existir em qualquer nível de gestão, tanto podem estar relacionados com uma função como com um projecto; pela sua natureza tornam desnecessário analisar em pormenor a mesma situação todas as vezes que aconteça e permitem a unificação dos planos em geral.
Procedimentos---são planos que estabelecem uma série de passos para se alcançar um objectivo específico. Definem o método de levar a cabo actividades futuras. Existindo nos diversos níveis de gestão, são todavia mais numerosos aos níveis inferiores, o que é normal. As políticas são, regra geral, completadas com procedimentos.
Regulamentos---são guias de acção específicos e detalhados que se destinam a dirigir as actuações das pessoas de uma forma mais apertada. Normalmente, um procedimento desdobra-se numa série de regulamentos.
De modo geral, pode dizer-se que os procedimentos estão mais relacionados com métodos (de actuação) enquantoos regulamentos se referem fundamentalmente a comportamentos.
Outro tipo de planos engloba os programas e os orçamentos.
PROGRAMAS---são fundamentalmente planos que relacionam duas variáveis: actividades e tempo. Podem assumir a forma de um simples calendário com a descrição das actividades a efectuar até programas complexos que exigem técnicas matemáticas avançadas ou processamento de dados com computadores O cronograma, o gráfico de GANIT, oPERT e o CPM são exemplos de programas.
ORÇAMENTOS--são planos relativos a resultados esperados expressos em termos numéricos, geralmente em dinheiro. O orçamento refere-se sempre a um determinado período.
Por mais minucioso que seja um plano, é impossível prever todos os acontecimentos importantes com a matéria a que se refere. Sucedem sempre, e hoje mais que no passado, circuntâncias não previstas, quiçá imprevisíveis, que algumas vezes alteram de tal modo as condições em que o plano se deveria desenvolver, que obrigam à sua substituição.
Fonte: Sebstião Teixira, Gestão das Organizações, 2ª edição McGrawHill, pags 42-43
(*CETRAD) PORTELA, J. (2006), “Approaching Portuguese Rural Society”, in Ensaios de Homenagem a António Simões Lopes, Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade Técnica de Lisboa, p. 199-202.
(*CETRAD) PORTELA, J. (2001), Revisiting “development” in Trás-os-Montes: between (neo)romanticism and field observations, in APDR, 2001. Desenvolvimento e Ruralidades no Espaço Europeu, Actas do VIII Encontro Nacional da APDR. Coimbra: Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, Vol. 1, pp. 49-61.
(*CETRAD) PORTELA, J. (1999), Do (sub)desenvolvimento do Douro: um rol de perguntas. Douro - Estudos e Documentos, vol IV, (8), 1999 (2º), p. 11-18.
(*BDESG) PORTELA, J. A (1999), Integração do Desenvolvimento Rural: Pura Retórica? in C. Cavaco (coord.) Desenvolvimento Rural – Desafio e Utopia. Estudos para o Desenvolvimento Regional e Urbano nº 50, Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa, 1999, p. 55-67.DINIZ, Francisco e GERY, Chris (2009) "A problemática do Desenvolvimento Rural", in José Silva Costa e Peter Nijkmap (coord.) (2009) Compêndio de Economia Regional, Volume I Teoria, Temáticas e Políticas, Editora Principia [Capítulo 14, pp. 519 a 554].
PORTELA, J. (2001)“Entre a cidadania e a ‘nova cultura da água’ - Das dificuldades de se ser cidadão” in Nuno Grande, Pedro Arrojo Agudo, Javier Martínez Gil (Coord.), Una Cita Europea con la Nueva Cultura del Agua: la Directiva Marco – Perpectivas en Portugal y España, II Congreso Ibérico sobre Planificación y Gestión de Aguas, Institución “Fernando el Católico”, pp. 507-518. http://utad0910desrural.wikispaces.com/file/view/Das_dificuldades_de_se_ser_cidadao.pdf
(*CETRAD) REBELO, João; Correia; Leonida e Cristóvão, Artur (2006). “Como Avaliar Projectos de Desenvolvimento Integrado? Uma abordagem aplicada à Região do Douro”. In 12º Congresso da APDR, Escola Superior de Tecnologia de Viseu, 15-17 Setembro 2006.
(*BDESG) PORTELA, J e REBELO, V. (1997), O PDRITM na RDD: Contribuição para a Avaliação da sua Execução e dos seus Efeitos Imediatos. Douro - Estudos e Documentos, vol I, (3), 1997 (2º), p. 159-182.
(*BDESG) PORTELA, J. (1993), Acompanhamento e Avaliação de PDAR's: Para quem e para quê? Duas Questões Fundamentais. Estudos Transmontanos, nº5, pp. 35 - 51, Vila Real.
(*BDESG) PORTELA, José (1984) Avaliação de Projectos de Desenvolvimento - Alguns Problemas e Conceitos. Vila Real: UTAD.
Tópicos e fontes para estudo
1. Estado e Administração Pública
A página do Orçamento participativohttp://www.op-portugal.org/
-
Orçamento participativo
2. Políticas Públicas, Planos, Programas e Projectos
Projecto
:"Um Projecto é um trabalho não repetitivo, planificado e realizado de acordo com especificações tecnicas determinadas, e com objectivos de custos, investimentos e prazos pré-fixados. Também se define um Projecto como um trabalho de volume e complexidade consideráveis que se realiza com a participação de vários departamentos de uma Empresa eventualmente com a colaboração de terceiros." (manual de projectos de Browm-Boveri, segundo Brand)
"A Project can be considered to be any series of activities and tasks that:
- Have a specific objective to be completed within certain specifications;
- Have defined start and end dates;
- Have funding limits (if aplicable)
- Consumo resources (i.e., money, people, equipment)"
(Kerzner,2)
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Projecto
:" Um projecto pode ser definido como uma organização criada especificamente para o cumprimento de um objectivo e dissolva após a sua conclusão. Caracteriza-se por ser temporária, ter um início e fim bem definidos e obedecer a um plano e a um tipo específico de gestão: a gestão de projectos" (Fonte:http://www.knoow.net/cienceconempr/gestao/projecto.htm)
Nota:
Dissolução ou cessação após conclusão... e depois?
"Ideia, desejo, intenção de fazer (algo); descrição escrita e detalhada de um empreendimento a ser realizado, plano; esboço provisório de um texto;" (Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
-
Plano
:"Written account of intended future course of action (scheme) aimed at achieving specific goal(s) or objective(s) within a specific timeframe. It explains in detail what needs to be done, when, how, and by whom, and often includes best case, expected case, and worst case scenarios. See also planning." (Fonte:http://www.businessdictionary.com/definition/plan.html)
Nota: "often includes
expected case,
and worst case scenarios"
"Conjunto de medidas, de ordem política, social, económica, que visam determinado objectivo; maneira de estruturar uma obra, dando-lhe determinada disposição; nível de existência de conhecimento, de desenvolvimento;" (Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
-
Programa
:"Lista escrita em que se enumeram (e as vezes se comentam) as partes que vão figurar num espectáculo, concerto, cerimónia;discriminação dos tópicos sobre os quais versam essas disciplinas" (Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
-
Planos
Documentos que expressam a forma como os objectivos irão ser atingidos.
Tipos de Planos:
Há vários tipos de planos. Há planos que são guias de orientação permanente por períodos mais ou menos longos. São as políticas, os procedimentos e os regulamentos.
Políticos--- são planos que se traduzem em guia pré-estabelecidos para orientar os gestores
na tomada de decisões. Podem existir em qualquer nível de gestão, tanto podem estar relacionados com uma função como com um projecto; pela sua natureza tornam desnecessário analisar em pormenor a mesma situação todas as vezes que aconteça e permitem a unificação dos planos em geral.
Procedimentos---são planos que estabelecem uma série de passos para se alcançar um objectivo específico. Definem o método de levar a cabo actividades futuras. Existindo nos diversos níveis de gestão, são todavia mais numerosos aos níveis inferiores, o que é normal. As políticas são, regra geral, completadas com procedimentos.
Regulamentos---são guias de acção específicos e detalhados que se destinam a dirigir as actuações das pessoas de uma forma mais apertada. Normalmente, um procedimento desdobra-se numa série de regulamentos.
De modo geral, pode dizer-se que os procedimentos estão mais relacionados com métodos (de actuação) enquantoos regulamentos se referem fundamentalmente a comportamentos.
Outro tipo de planos engloba os programas e os orçamentos.
PROGRAMAS---são fundamentalmente planos que relacionam duas variáveis: actividades e tempo. Podem assumir a forma de um simples calendário com a descrição das actividades a efectuar até programas complexos que exigem técnicas matemáticas avançadas ou processamento de dados com computadores O cronograma, o gráfico de GANIT, oPERT e o CPM são exemplos de programas.
ORÇAMENTOS--são planos relativos a resultados esperados expressos em termos numéricos, geralmente em dinheiro. O orçamento refere-se sempre a um determinado período.
Por mais minucioso que seja um plano, é impossível prever todos os acontecimentos importantes com a matéria a que se refere. Sucedem sempre, e hoje mais que no passado, circuntâncias não previstas, quiçá imprevisíveis, que algumas vezes alteram de tal modo as condições em que o plano se deveria desenvolver, que obrigam à sua substituição.
Fonte: Sebstião Teixira, Gestão das Organizações, 2ª edição McGrawHill, pags 42-43
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3. Crescimento e Desenvolvimento
**jpfaraco** — 20 de dezembro de 2008 — Guru ambiental Annie Leonard explica como funciona o sistema linear do capitalismo, e como isso prejudica o plan...
http://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k&feature=related
(*CETRAD) PORTELA, J. (2006), “Approaching Portuguese Rural Society”, in Ensaios de Homenagem a António Simões Lopes, Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade Técnica de Lisboa, p. 199-202.
(*CETRAD) PORTELA, J. (2001), Revisiting “development” in Trás-os-Montes: between (neo)romanticism and field observations, in APDR, 2001. Desenvolvimento e Ruralidades no Espaço Europeu, Actas do VIII Encontro Nacional da APDR. Coimbra: Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, Vol. 1, pp. 49-61.
(*CETRAD) PORTELA, J. (1999), Do (sub)desenvolvimento do Douro: um rol de perguntas. Douro - Estudos e Documentos, vol IV, (8), 1999 (2º), p. 11-18.
(*BDESG) PORTELA, J. A (1999), Integração do Desenvolvimento Rural: Pura Retórica? in C. Cavaco (coord.) Desenvolvimento Rural – Desafio e Utopia. Estudos para o Desenvolvimento Regional e Urbano nº 50, Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa, 1999, p. 55-67.DINIZ, Francisco e GERY, Chris (2009) "A problemática do Desenvolvimento Rural", in José Silva Costa e Peter Nijkmap (coord.) (2009) Compêndio de Economia Regional, Volume I Teoria, Temáticas e Políticas, Editora Principia [Capítulo 14, pp. 519 a 554].
4. Ciclo de Planeamento
Project Management Quick Tips - Lesson 1
http://www.youtube.com/watch?v=bLrnJc2Tz44&feature=related
5-Steps to Project Success (Seriously!) v1.1
http://www.youtube.com/watch?v=GcR-wpSzr4Y&feature=related
Introduction to Project Planning
http://www.youtube.com/watch?v=VgdChg5kF1E&feature=related
Work Breakdown - Part 1 of 2
http://www.youtube.com/watch?v=6HDe8M9cTYM&feature=related
Work Breakdown - Part 2 of 2
http://www.youtube.com/watch?v=kFtwHRrx3yk
Project Execution Part 1
http://www.youtube.com/watch?v=sQzairXF4Pk&feature=related
Project Execution Part 2
http://www.youtube.com/watch?v=7u6nso1Lv_g&feature=related
Control Path Method - Part 1 of 2
http://www.youtube.com/watch?v=GSbEAO_lPaA&feature=related
Control Path Method - Part 2 of 2
http://www.youtube.com/watch?v=2iwOcdI6rao
Project Control
http://www.youtube.com/watch?v=cjTbiS-jDp4&feature=related
5. Participação
PORTELA, J. (2001)“Entre a cidadania e a ‘nova cultura da água’ - Das dificuldades de se ser cidadão” in Nuno Grande, Pedro Arrojo Agudo, Javier Martínez Gil (Coord.), Una Cita Europea con la Nueva Cultura del Agua: la Directiva Marco – Perpectivas en Portugal y España, II Congreso Ibérico sobre Planificación y Gestión de Aguas, Institución “Fernando el Católico”, pp. 507-518.
http://utad0910desrural.wikispaces.com/file/view/Das_dificuldades_de_se_ser_cidadao.pdf
6. Monitoria e Avaliação
A questão do objectivos / SMART
http://www.rapidbi.com/created/WriteSMARTobjectives.html#Introduction
(*CETRAD) REBELO, João; Correia; Leonida e Cristóvão, Artur (2006). “Como Avaliar Projectos de Desenvolvimento Integrado? Uma abordagem aplicada à Região do Douro”. In 12º Congresso da APDR, Escola Superior de Tecnologia de Viseu, 15-17 Setembro 2006.
(*BDESG) PORTELA, J e REBELO, V. (1997), O PDRITM na RDD: Contribuição para a Avaliação da sua Execução e dos seus Efeitos Imediatos. Douro - Estudos e Documentos, vol I, (3), 1997 (2º), p. 159-182.
(*BDESG) PORTELA, J. (1993), Acompanhamento e Avaliação de PDAR's: Para quem e para quê? Duas Questões Fundamentais. Estudos Transmontanos, nº5, pp. 35 - 51, Vila Real.
(*BDESG) PORTELA, José (1984) Avaliação de Projectos de Desenvolvimento - Alguns Problemas e Conceitos. Vila Real: UTAD.
7. Casos
PDRITM
AIBT Douro